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Capela Santa Luzia: “A melhor herança que nós tivemos”

Posted on agosto 11, 2025agosto 29, 2025 By Adriana Fonsaca

Adriana Fonsaca


Entrevistei José Carlos Sacchi para conhecer a história que envolve a construção da Capela Santa Luzia, rodovia Limeira-Mogi Mirim km, inaugurada em 13 de dezembro de 2001.

“A minha família sempre morou na Usina Orlanda, na Fazenda Saíra, no bairro Campo Alegre. O seu Osvaldo Morente, proprietário do posto de gasolina, bar e restaurante Santa Luzia, na rodovia Limeira-Mogi Mirim, quiz vender – quando ele comprou já era um ponto comercial pequeno. A propriedade foi de três proprietários antes do meu pai comprar: Eduardo Gachet, Bagnolo e Osvaldo Morente. O Eduardo Gachet começou com um barzinho, um ponto comercial pequeno, quando a rodovia ainda não era pavimentada. Nós compramos o posto de gasolina, o bar e o restaurante – Posto e Restaurante Santa Luzia; com um alqueire de terra. Aqui tinha uma oficina, e também um açougue, do Cidão Bange. O meu pai comprou num sábado, e na segunda-feira eu já vim pra cá, com 12 anos e meio. Eu fiquei morando num quartinho, também morava um peão – eu fiquei aqui pra aprender o atendimento no bar e restaurante e tocar o negócio. Faz 55 anos que eu estou aqui. E pra trabalhar no posto de gasolina veio o meu irmão mais velho, o Santo Sacchi (in memorian). Mas ele ainda ficou morando lá em casa com a família na usina, no bairro Campo Alegre – com o tempo, ele mudou pra cá com a esposa. E assim ficamos, ele tocando o posto e eu com a lanchonete desde o dia que eu cheguei”, contou Carlos. 

A vida do adolescente sofreu uma grande mudança pois, além de lhe ser outorgado uma responsabilidade que era o atendimento dos fregueses, ele passou a morar no trabalho longe da dinâmica familiar. O pai investiu em um novo negócio e consequentemente na formação do filho adolescente para tocar o novo empreendimento. 

Carlos já conhecia o local e não esperava que ali passaria grande parte da sua vida e que também seria a sua realização profissional. “Quando eu vinha do sítio do meu pai em Engenheiro Coelho (SP) e passava aqui (antes da família comprar), eu tinha vergonha de descer no posto de gasolina e no restaurante – eu não descia do carro. A turma que trabalhava com o meu pai descia e eu não. Quando o meu pai comprou, ele me disse: ‘Você vai ter que ir lá’. Apesar de que, a gente já tinha o armazém na colônia da Fazenda Saíra e eu ajudava no que precisava”, disse Carlos. 

“Eu fiquei na antiga construção do restaurante por muitos anos, ali servíamos o comercial e aos domingos a macarronada, o pernil, a farofa e maionese. O prédio era pequeno sem estrutura pra evoluir, não tinha nem forro – tinha o bar mas não a lanchonete. Em 2000, ampliamos as edificações e os negócios. Quando nós mudamos para o novo prédio, somente o posto de gasolina seria nomeado Santa Luzia; o restaurante não teria mais o mesmo nome”, disse. 

João Sacchi veio do bairro rural Paula Leite, próximo de Leme (SP). “Ele era mascate, trabalhava com a carrocinha vendendo pão, frango, sorvete; comentaram com ele que o homem estava procurando alguém pra montar o armazém na Fazenda Saíra, no Campo Alegre – então, ele investiu no comércio. Quando chegamos na Fazenda Saíra, o proprietário trabalhava com mandioca. A usina de cana-de-açúcar era na Fazenda São Jerônimo. O pai era um homem visionário, não tinha estudo, mas era muito inteligente. Lá na Usina São Jerônimo foram os meus irmãos mais velhos, o Santo, o Nelson que foram trabalhar – éramos em treze irmãos. A gente foi comprando sítios então, cada um dos filhos ia mexendo com uma coisa diferente. As minhas irmãs ajudavam e fomos criados todos ali na Saíra. A mãe tomava conta dos filhos, era dona de casa e também ia no armazém. Tínhamos produção de mandioca com terreno arrendado na Saíra, depois que fechou – a gente (filhos) ia na escola e quando saía, almoçava e ia pra roça, tinha que trabalhar. Foram passando os anos e a nossa dedicação foi nesse tipo de serviço. Quando o pai estava só com o armazém da Saíra o contato da família com a cidade era em Limeira. Quando ele pegou o armazém da Usina São Jerônimo, uma parte da usina pertencia a Limeira e outra pertencia a Araras (SP) e Cordeirópolis (SP), o córrego dividia a colônia. Hoje, a São Jerônimo é uma propriedade particular, mas ainda tem algumas poucas famílias que tinham os seus terrenos na divisa do córrego, construíram suas casas e permanecem lá até hoje”, contou. 

Foto tirada em Leme (SP), 1982 – Reunião da Família: Marta, Ana Flavia, José Inesio, João Sacchi, Josefa P. Sacchi, Santo, Ivanilde, Teresa, Nelson, Roberto, Olivia, A.C. Venancio Durante, Gilberto, Cacilda, Adriana, Angela, Carlos, Paulo, Junior, Ricardo, Andreia, Luciane, Rosa, Renata, Marcia e Valquiria

Carlos mantém na memória muitas recordações da infância na fazenda. “Eu nasci ali, em 1957. A colônia tinha duas escolas, tinha farmácia, tinha república, tinha pensão, campo de futebol. E, era gostoso porque a gente ficava na rua até tarde da noite, brincando, andando de pneu e passava o tempo. Era como um bairro rural onde um conhecia o outro, porque a maioria trabalhava na empresa que tinha lá – eu tenho amizades que permanecem até hoje. A casinha do Antonio Siqueira ainda existe, um dos mais antigos ali. Tem outros moradores que partiram e os filhos ainda estão ali. Antigamente não tinha a igreja na fazenda, então, os moradores faziam as rezas nas casas. Hoje, tem a Capela São Judas Tadeu que a indústria Emanoel Rocco construiu quando adquiria a área. Mas a Rocco fechou e a maior parte dos moradores se mudaram dali. Chegou uma época que a gente não tinha nem energia porque foi cortado, a iluminação era só na base da luz de lampião, de lamparina, ou vela – nessa época, eu já estava aqui no restaurante. Meu pai ficou morando lá e tocando o armazém, mas com a saída dos moradores, ele passou a se dedicar ao armazém da Usina São Jerônimo; ele tinha dois armazéns. O pessoal da Fazenda Saíra ia no armazém da São Jerônimo fazer as compras e a gente fazia as entregas pra eles. Eu, mesmo trabalhando aqui no restaurante, na época de pagamento, eu ia ajudar o meu irmão lá na entrega das compras. No final do ano era uma correria, eu saia daqui de madrugada pra ir até lá no armazém, pra pesar os mantimentos. A turma entregava a lista de compras no armazém e a gente pesava os alimentos, aprontava e levava na casa de cada um e conferia na frente do freguês. A compra era mensal e o pagamento também – o freguês pagava e fazia outra compra”, contou Carlos. 

Para abastecer o estoque de alimentos dos armazéns, João Sacchi também comprava os alimentos de sitiantes, muitas vezes, o pagamento era na base da troca de mercadorias. “Quando os alimentos começaram ser empacotados a gente tinha a balança que pesava e a máquina que empacotava pra ser mais rápido”, disse Carlos. 

Osvaldo Morente, ex-proprietário do posto de gasolina, bar e restaurante Santa Luzia e a mãe de Carlos, Josefa Paganoti Sacchi, ambos tinham um sonho, queriam ver a realização da construção da Capela Santa Luzia. A conversa sobre construção da Capela em devoção à Santa Luzia aconteceu com o padre Newton José Barban, da Paróquia São Sebastião. “Ele me disse: ‘Faz ela pequena, mas faz meia alta com os vitrais bem grandes pra não aparentar muito pequena’. A gente sempre foi amigo do padre Newton. E quando foi inaugurada a capela, ele veio fazer a benção”. 

Josefa Paganoti Sacchi (in memorian)

“Quando inaugurou a Capela de Santa Luzia, o senhor Osvaldo participou da primeira missa com a gente. Ele estava super feliz porque era um sonho dele e também da minha mãe. E, pela minha mãe Josefa, temos uma imagem de Santa Josefa na Capela”, descreveu.

As imagens escolhidas para a capela foram todas adquiridas novas. “Compramos todas. Eu fui na época, conversar com o padre Newton pra saber se existia a Santa Josefa, queríamos fazer uma homenagem à minha mãe Josefa. O padre pesquisou e achou a Santa Josefa fora do Brasil. E de lá, eles citaram uma instituição em Campinas (SP), das Irmãs Filhas de Nossa Senhora da Misericórdia. O padre entrou em contato e as irmãs enviaram uma imagem pequena de Santa Josefa pra nós, e mandamos transformar numa imagem maior. Eu tinha um prazo pra entregar a imagem pequena para o artesão construir a imagem grande pra estar pronta no dia da inauguração da capela. Enviamos no prazo e não chegava a imagem de jeito nenhum. A imagem chegou justo no dia da inauguração ao meio-dia. A hora que o cara abriu a caixa, o sino da capela tocou ao meio-dia – o sino toca às 6h, às 12h, às 18h até hoje; ficou marcado. Os meus irmãos Santo e o Paulo estavam presentes. Infelizmente, o artesão não devolveu a imagem doada pelas irmãs”, disse.

Depois, passado um tempo, as irmãs vieram de Campinas conhecer a capela onde estava a Santa Josefa. “Foi uma alegria. Elas foram até a Paróquia São Sebastião perguntar onde estava a Santa Josefa. Por acaso, o meu irmão Nelson e minha cunhada Teresa estavam na missa, foram apresentados às freiras e vieram aqui conhecer – nos visitaram duas vezes”, afirmou. 

José Carlos e as Irmãs Filhas de Nossa Senhora da Misericórdia, no interior da capela Santa Luzia

O projeto da capela foi discutido com um engenheiro. Carlos organizou a cronologia da construção. Ele mantém o livro da capela com os desenhos da construção. O livro traz também registros dos agradecimentos da inauguração, em dezembro de 2001. E muitas fotos das pessoas presentes na primeira missa e benção do Padre Newton. “Quando eu comecei a construção, pensei: e agora? Um amigo meu indicou a arquiteta, decoradora, Fabiana Massaro Bertolotto. Fomos conversar, ela ficou surpresa, me disse: ‘Eu já fiz de tudo, menos igreja. Se a gente trabalhar juntos, posso tentar’. A parceria deu certo”, contou. 

Os vitrais da capela chamam muito a atenção no projeto, resultado do conselho do padre Newton. “Eu adorava ir nas igrejas, sempre estava na igreja São Benedito e lá tinha os vitrais, eu perguntei quem fez. O rapaz veio de São Paulo, fez alguns desenhos que poderia serem feitos”, contou. 

O jardim do entorno da capela teve orientação do amigo Florindo Cardoso (Mané), paisagista e florista. “Ele sempre passava por aqui e me incentivou também. Na ocasião, as plantas do jardim da capela estavam plantadas nos vasos; ele me orientou plantar todas na terra. Fomos envolvendo os profissionais, cada um dava um palpite e assim o projeto foi realizado em pouco mais de um ano. Para a obra, já tínhamos os pedreiros que já trabalhavam para a família”, afirmou. 

José Carlos mantém um livro da capela com a cronologia da construção contendo desenhos e fotos

A Capela Santa Luzia pronta e inaugurada, despertava a curiosidade de quem trafegava pela rodovia, rapidamente os devotos foram chegando. A capela fica aberta, com o som ambiente, de segunda a sexta-feira das 6h30 até 16h30. Aos sábados das 6h30 às 16h. No domingo, das 8h30 às 16h. A missa acontece uma vez ao mês, toda segunda sexta-feira às 19h30.

“Muita gente veio agradecer as bençãos e graças que recebeu ali. Vieram caminhoneiros que estavam frustrados com as viagens, querendo desistir. Eles chegavam na capela, sentava chorando de gratidão de ter se livrado daquele nervosismo que o levaria a abandonar tudo, mas voltou sentir força pra tocar a vida”. 

“Teve uma mulher de Limeira que recebeu a benção e a graça na visão dela, já desenganada pelo médico, sem esperança de cura – ela veio aqui e recebeu a graça. Todo ano, em dezembro, ela vem fazer a novena de Santa Luzia”. 

“O meu irmão Santo tinha problema grave na vista e foi ali que ele recebeu a benção. Teve testemunho pela graça recebida de várias pessoas registrado no caderno”. 

Santo Sacchi (in memorian) e Ivanilde Sacchi

“Tivemos vários batizados e casamentos. Me lembro de um casal de Vargem Grande do Sul (SP), já casados no cartório civil, já tinham filhos, e o rapaz tinha pânico de igreja. Ele não entrava em igreja, só ficava na porta, mas não entrava. Um dia, passando na rodovia, pararam para tomar um refrigerante. Eles ouviram o som que vinha da capela e foram até lá olhar de longe e viram que não tinha ninguém, chegaram. E, lá, ele se emocionou tanto que disse à mulher: ‘Num lugar desse, eu casaria’. Que benção! Ela veio me perguntar se permitia fazer casamento na capela. Eu respondi: faz, só que tem que ser com ordem do padre – marca a data com o padre e faz o casamento. Foi feito o casamento. Era um sonho que ela tinha desde quando se casaram no civil – foi lindo”. 

“Aqui aconteceu vários casamentos de Limeira, de Engenheiro Coelho; uma sobrinha que mora em São Paulo se casou aqui”, contou.  

Carlos não esconde a satisfação de manter a capela, uma devoção viva. “É muito gratificante. Eu adoro, adoro aquilo ali. Nossa! Eu já cheguei conversar com o padre: eu queria mudar daqui, mas eu não saio daqui por duas coisas: pelo estabelecimento que eu tenho há 55 anos e pela capela. Eu adoro a capela. Eu me senti nervoso quando eu operei o joelho e não tinha condições de poder abrir a capela. Quando voltei a andar, vinha devagarzinho, abria, ficava sentado ora no banco do jardim, ora dentro da capela, nem que fosse por duas ou três horinhas – fechava e ia embora pra casa. É muito gratificante o pessoal chegar, elogiar, mandar mensagens que passou por aqui. E falo pra você: não é só o católico que frequenta a capela não. Eu tenho amigos espíritas que já vieram ali e adoraram e elogiaram: ‘Que coisa linda, a paz que a gente recebe’. Vieram várias vezes”. 

Padre Newton José Barban durante a primeira missa e benção de inauguração

“Um adventista queria que a filha se casasse aqui, de tudo quanto é jeito. Mas o pastor queria que eu tirasse as imagens da capela para a cerimônia, eu falei não. Já tive proposta de fazer o batizado do neto de uma senhora muito rica que me perguntou: ‘Quanto você quer pra deixar eu fazer o batizado do meu neto?’. Respondi: eu não quero nada. Só quero que a senhora converse com o padre sobre o que precisa. Ela respondeu: ‘Não envolve padre no meio. Não, não, eu arrumo uma pessoa lá que coloca uma roupa de padre’. Eu falei: então, a senhora não quer batizar o seu neto? Ela respondeu: ‘É muita frescura fazer cursinho, essas coisas. Mas quanto você quer?’. Respondi: eu não quero nada e nem que a senhora queira com um padre, eu não quero. Ela queria comprar. É nosso, é particular, está registrado na Diocese de Limeira mas, eu sigo todas as regras com o padre”. 

“Aqui chegou acontecer oito batizados num dia só, com famílias de Engenheiro Coelho – foi um chororô de crianças, um começa chorar todos os outros choram (risos)”, contou. 

A inspiração de proporcionar o som ambiente na capela é um presente para o visitante, o objetivo de proporcionar um ambiente de paz foi realizado. “Eu queria a música para proporcionar paz para quem entrar na capela – o som é muito gratificante pra mim. Conversei com o meu irmão Santo e ele resolveu a parte técnica. 

“A decoradora queria fazer o teto branco simbolizando a paz. Eu disse: Fabiana, eu queria azul, um céu bem clarinho para simbolizar que os anjos estão vindo do céu – escolhemos usar papel de parede. Na inauguração, a parede atrás da Santa Luzia era na cor branca. Mas eu me sentava no banco pra fazer oração, olhava e concluía que Santa Luzia está vindo do céu. Eu tinha o papel de parede, recortei e colei com durex, que lindo! A decoradora veio trazer o marido pra conhecer o trabalho que ela fez, me disse: ‘Zé Carlos, aquele papel atrás da Santa Luzia, não tinha, né?’. Não tinha, mas eu me sentava ali e via ela vindo do céu; até pensei em colocar um espelho pra dar amplitude. Ela falou: ‘Ficou lindo. Pode colar que está aprovado!’”, contou.

José Carlos Sacchi e Marli Cristina Dibbern Sacchi (in memorian)

Carlos dispensa dedicação total ao manter a capela viva, cuidado e respeito ao receber e acolher os devotos, e com tantas graças alcançadas ele continua agradecendo. 

“Eu quero agradecer, sempre, o apoio que eu tive, principalmente do meu irmão por ter me ajudado a concluir um sonho que tanto eu, como toda a família queria realizar. O padre Newton que me ajudou. A minha esposa que sempre estava do meu lado e hoje, mesmo estando lá em cima (no céu), está presente na história dessa realização e devoção à Santa Luzia. É muito gratificante, a melhor herança que nós tivemos foi essa capela”, concluiu. 

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