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Uma conversa com Teresinha Sequinato sobre a Comunidade Rural Santo Antônio de Pádua, bairro Graminha, Limeira (SP) 

Posted on junho 12, 2026junho 12, 2026 By Adriana Fonsaca

Adriana Fonsaca |||

As matérias que tenho realizado sobre as comunidades rurais católicas confirma o fato de que as mulheres estão liderando as atividades para a continuidade dos trabalhos. Na Comunidade Rural Santo Antônio de Pádua não foi diferente. Eu conversei com Dona Teresinha Sequinato, coordenadora dessa comunidade e assim ela relata; “Eu digo: a igreja ela é feita por mulheres. Eu acompanho as missas pela televisão, de qualquer lugar que você observe, são só mulheres. Bendito os homens entre as mulheres. Eu vou falar a você, as mães é que levam os filhos pra igreja. De uns anos pra cá, tem vários casais envolvidos, ajudando nas comunidades. De uns anos atrás, você não via um homem fazendo comida de touca na cabeça ou limpando os banheiros numa igreja. Eu vejo as mulheres de 80, 90 anos de idade trabalhando na Paróquia Nossa Senhora de Lourdes ajudando com amor, sem reclamar das suas dificuldades, do seu jeito, mas ali ajudando – os homens não fazem isso.  A Comunidade Santo Antônio de Pádua teve muitas conquistas com uma equipe de quatro mulheres, mas eu fiquei sozinha. Pra você ter uma ideia: ministros foram falecendo, ficando doentes, restaram duas, ficou uma”, contou Teresinha. 

O objetivo dessa matéria é entender um recorte da dinâmica da comunidade, ou seja, conhecer quem são as pessoas que se doam para que a igreja permaneça viva. E como é o contexto dos bairros onde residem os fiéis. O bairro Geada é popularmente conhecido como Parronchi, nome de uma família tradicional que, inclusive construiu a Capela em devoção a Santo Antônio de Pádua. O costume de nomear o local pelo sobrenome do proprietário da fazenda, ou dono da usina, era muito comum tanto que muitos bairros levam o sobrenome do antigo proprietário do loteamento. 

Os fazendeiros limeirenses construíram várias capelas em suas fazendas, hoje, praticamente todas as edificações foram demolidas devido ao arrendamento para as usinas canavieiras  avançarem no plantio da cana-de-açúcar. Portanto, para um trabalhador rural ir à missa em meados de 1940, se a fazenda não tivesse uma capela com celebração constante era preciso caminhar muito com a família até outra capela. 

“Quando moramos na Fazenda dos Coqueiros, no mês da quaresma, a gente chegava do serviço e íamos para a Via Sacra à noite, lá numa igrejinha na Fazenda Bosqueiro, do lado do Centro Rural do Marrafon. Lá a gente ia à missa uma vez por mês. Você acredita que em 1963, lá eu assisti uma das últimas missas rezadas em latim? Meu pai se levantava às 4h da madrugada no domingo, fazia o café no fogão a lenha, aprontava a mesa e ia chamar (acordar) um por um dos filhos: ‘fulano, fulano’. Durante o caminho, meu pai e minha mãe iam na frente e cortavam a estrada com todos os filhos juntos – fizeram isso muitas vezes”, revelou Teresinha. 

Os pais, Vicente e Joana Machado, saíram de Lavras da Mangabeira (CE) com os filhos pequenos rumo a região noroeste do Estado de São Paulo. 

“Eu saí de lá com quatro anos de idade, nem me lembro. Moramos na região noroeste por um tempo. Na época, lá, acontecia a colheita do algodão. Ficamos por um tempo e meu pai quiz vir embora para trabalhar no corte de cana-de-açúcar nessa região de Piracicaba (SP), na Fazenda Fávero, Usina Bruneli de engenho de pinga. Moramos também na Fazenda Palmeiras. A colônia era muito grande, tinha muita gente trabalhando. Nesse ano, 1958, foi a primeira eleição que teve em Iracemápolis (SP). O meu pai, minhas irmãs foram votar pela primeira vez na cidade. 

A escola que eu frequentei era em outra fazenda mais retirada, Fazenda São Pedro. Eu e meu irmão íamos longe, a pé. Eu chegava com o meu irmão da escola, a gente ia carpir – os outros irmãos trabalhavam por dia. Saímos da Fazenda Palmeiras e viemos morar numa fazenda bem pra cá do Marrafon, na fazenda dos Coqueiros, propriedade da Usina Iracema, Iracemápolis, arrendado para um engenho de pinga – inclusive lá foi o meu casamento. Eu me casei com o José Sequinato, em maio de 1965 e vim morar na fazenda Citra Dieberger. Em junho, a Usina Bruneli arrendou a Fazenda Palmeiras, eles foram negociando e plantando cana até ficar meia-dúzia de empregados – daí, não tinha mais jeito de ficar. Alguns empregados foram embora, outros foram encaminhados para trabalhar na fazenda Citra Dierberger. O meu marido tinha o pai junto, porque nos casamos e fomos morar com eles. 

Naquela época não tínhamos carteira (de trabalho) registrada. Eu nunca tive uma carteira registrada, nem meus irmãos, nem os meus pais. O meu pai sempre arrumando lugar pra ganhar mais, porque os patrões pagavam o que queriam. Quando me casei a Fazenda Citra era uma potência, exportava frutas. Na Fazenda Palmeira (do mesmo proprietário) eram alqueires e mais alqueires de pomar de laranjas, tinha todas as qualidades que você pensar e frutas como maçãs, nectarina, atemóia, jabuticaba, e todas as frutas novas que ninguém conhecia o que era. Meu marido participou de tudo isso. Limeira tinha a Festa da Laranja e os patrões levavam para expor. Essa Dierberger era forte, forte”, afirmou Teresinha. 

Teresinha Sequinato coordenadora da Comunidade Rural Santo Antônio de Pádua, bairro Graminha, Limeira (SP)

Devido à pujança e expertise dos produtores rurais na produção de frutas, Limeira mantinha o título de Capital da Laranja. A mão de obra era basicamente manual e a oferta de trabalho atraia e sustentava a migração de pessoas de outros municípios e estados do Brasil como o caso da família de Dona Teresinha. 

“Nossa! Moravam muitas famílias nas fazendas. Os caminhões traziam as turmas de Iracemápolis, de Limeira – não tinha o transporte de ônibus como é hoje. A Fazenda Citra era lotada de gente. Quando viemos tinha uma colônia então, fomos morar na última casa – uma casinha muito ruim, meu Deus do céu! Todos tinham que usar água de poço. O administrador era o senhor Ângelo Fracarolli, ele nos perguntou se a gente (casal) queria ser caseiro na sede da fazenda. Nós fomos. Eu não fui mais pra roça, só cuidava da casa deles quando eles vinham. O meu marido trabalhava de enxertador. 

Nós casamos em 1965 e ficamos na fazenda até 1973. Meu marido fez acordo com a fazenda e viemos morar no bairro que já tinha sido loteado e aumentou poucas casas depois. Ele começou trabalhar por conta, com o serviço de enxertia, extração e plantação de mudas – aquele tempo plantava muita muda. Eu voltei pra roça novamente. Eu já tinha os quatro filhos, todos pequenininhos, a caçula nasceu aqui”, contou. 

A família de Dona Teresinha sempre foi católica. “Meu pai morreu com 94 anos, católico. Hoje, muitos dos familiares foram convertidos à Igreja Evangélica. A nossa prática religiosa era assim: minha mãe era muito religiosa e devota do Sagrado Coração de Jesus – eu tenho o quadro do Sagrado Coração de Jesus que foi dos pais dela que ela trouxe do Ceará. Os pais dela guardavam o Dia do Sagrado Coração de Jesus. Quando eles vieram morar em Osasco, um dia, eu arrumando as coisas eu abri a gaveta e vi aquele quadro e junto da bíblia. Hoje, esse quadro está comigo. Quando a gente morava na região noroeste – éramos aquela criançada – chegava às seis horas da tarde minha mãe reunia todos nós em volta dela pra rezar o terço. Era difícil uma noite isso não acontecer. Ela manteve a reza até ter a ideia boa. Ela me falava: ‘Se não dá pra você rezar um terço por dia, reze o mistério’. Ela era devota de Nossa Senhora, Santa Terezinha e Nossa Senhora das Graças. E, ela me deu nome de Teresinha, sei lá”, afirmou. 

A igreja guarda uma relíquia de Santo Antônio de Pádua

Moradora do bairro Geada, a Capela Santo Antônio de Pádua ficava em frente à sua casa, do outro lado da rodovia Limeira – Piracicaba. Então, ela foi se envolvendo aos poucos nas atividades da igreja e permanece até hoje. 

“Aqui já tinha a capela de Santo Antônio de Pádua porque a família Parronqui construiu há 81 anos. A missa era celebrada uma vez ao mês. Eu participava pouco. Quando mudamos aqui, neste bairro, em 1973, não tinha padre para celebrar a missa. Em 1976, o casal Léia e o Pedro Giusti (in memorian) participaram do concílio diocesano. Ela voltou tão animada, mas tão animada! Eu e minhas amigas éramos novas, ela nos chamou: ‘Vamos começar a Comunidade Eclesial de Base (pequenos grupos de fiéis católicos organizados em bairros periféricos ou zonas rurais)’. Assim demos início nesta comunidade com o Círculo Bíblico, a Novena de Natal. Aqui, vinham da cidade os ministros, alguns casais e vai daqui e vai dali. A comunidade pertencia à Paróquia São Paulo Apóstolo, já pertenceu à Paróquia Santa Teresinha, à Paróquia Santa Rita de Cássia, à Confraria da Boa Morte. 

Com essa animação aconteceu um movimento muito forte no bairro. Pra você ter uma ideia tinha uns trinta casais participando. A catequese começou forte. Eu ministrei a primeira preparação do Sacramento da Crisma, em 1980 – foram quarenta e três jovens aqui neste lugar. Tudo se deve ao casal Léia e Pedro que foram embora daqui, em 1979. Eu estava grávida, ela falou: ‘Dona Teresinha, dá pra senhora ir um dia à tarde, lá em casa?’ Eu fui, ela me falou: ‘Sabe o que eu queria? Eu queria que a senhora ficasse como coordenadora da catequese’. Eu falei: nossa, coordenação? Ela falou: ‘Eu estava pensando que você é a pessoa certa’. Eu respondi: será que eu aguento fazer isso tudo? ‘Aguenta! Você é muito esforçada’. 

O meu marido também participava inclusive em junho, ele foi sozinho no encontro diocesano em Araras (SP), porque eu estava grávida. Eu aceitei ser coordenadora da catequese e precisava chamar as catequistas porque eram três turmas de crianças. Os primeiros catequistas foram: Maria Amália Vialle e Marta Teresa Giusti. O casal Luiz e Olga Vialle foi o primeiro casal a se doar, tanto na religião como a serviço geral da Capela Santo Antônio de Pádua. 

Todo sábado vinham dois casais da Paróquia Santa Rita de Cássia, eles traziam a comunhão e faziam a celebração. Foi passando, foi passando, a missa mensal e as celebrações aos sábados. Até quando o padre Synval Francisco (1937-2018) da Paróquia Santa Rita de Cássia falou: ‘Eu acho que está na hora da comunidade começar pensar e andar com as próprias pernas’. Ele era sério, quando ele falava a igreja parava. ‘Vocês me arrumem quatro pessoas para serem ministros’. Ele olhou pra mim: ‘Você pega os nomes?’ Eu respondi: pego. Vai daqui, vai dali, três eu achei. Passado dois meses, na hora da missa, ele falou: ‘Está certo as pessoas escolhidas?’ Eu respondi: eu consegui três. Ele disse: ‘Quatro com você’. Eu falei: padre, mas nem sei falar. Ele respondeu: ‘Imagine se soubesse’ (risos). Fomos nos preparar: Maria Basso (falecida), Zélia Firens (falecida), Antonia Sequinato e eu”, afirmou. 

As quatro mulheres se dispuseram a doar, dedicar e professar a fé pela comunidade. “Fizemos um curso extenso na Paróquia São Sebastião com o padre Newton José Barban, em 1986. Ele falou: ‘Agora cada um deve ter uma função: a celebração das exéquias, visitação aos doentes, ministro da palavra, coordenação. A coordenação tem a função de levar recado, conversar com o bispo, até com o papa se for preciso’. Eu fiquei pensando. Vou pegar a coordenação. A Maria escolheu ministro da palavra. A Zélia e a Antonia ficaram com a visitação  aos doentes e exéquias. 

Eu também coordenava as festas e vinham as mulheres pra ajudar. Fizemos muitas festas grandes, servindo carnes de leitoa, frango e churrasco. Quando a Léia e o Pedro entraram com os trabalhos, as festas já tinham cachorro quente e batata frita – porque tudo era novidade, agora nada é novidade. Tinha a roleta para os sorteios, quentão, vinho quente e pastel em apenas um final de semana. 

Passado o tempo, o público foi diminuindo muito. As festas foram boas pra nossa comunidade até o dia que duplicou essa pista (rodovia Limeira-Piracicaba. Quando era uma pista só, era uma beleza. Hoje, ao invés do pessoal vir pra cá na missa eles vão pra lá (cidade) – tem missa em tudo quanto é lugar. 

Atualmente, o padre Manoá Xavier dos Santos, da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes realiza as celebrações das missas e traz os coroinhas, todos os sábados às 20h. Assim mesmo eu fico no altar durante a celebração. Às vezes, eu me sentia incomodada porque  vêem a gente e podem falar: ‘nossa, será que essa mulher não quer se aparecer?’ (risos).

O que vai bem pra nós, que está sustentando a comunidade, é o bingo. Porque vendemos as cartelas adiantado – fazemos dois por ano, abril e outubro. Foi uma forma de arrecadar fundos para última reforma e pintura das instalações”, afirmou. 

Dona Teresinha conta que a região ficou esvaziada por causa do envelhecimento da população e pelo fato dos filhos se casarem e irem embora. “Eu posso erguer as mãos pro céu e dar Graças a Deus que ficaram comigo na comunidade o Silvio, meu filho, com a minha nora Elizete, eles me ajudam muito”, concluiu.


A vida de Santo Antônio


Santo Antônio de Pádua, cujo nome de nascimento era Fernando Martins de Bulhões, nasceu em Lisboa, Portugal, em 15 de agosto de 1195. Seu nome de batismo, Fernando, era um nome comum entre os reis da época. Seus pais, Martinho de Bulhões e Teresa Taveira, eram nobres e valorizavam profundamente a educação. Desse modo, asseguraram que o filho recebesse uma formação sólida e abrangente, que mais tarde influenciaria grandemente seus escritos e sermões.

Desde jovem, Fernando demonstrou uma inclinação espiritual e uma inteligência notável. Aos 15 anos, ingressou no Mosteiro de São Vicente de Fora, iniciando sua jornada religiosa na Ordem dos Cônegos Regulares de Santo Agostinho. Em seguida, transferiu-se para o Mosteiro de Santa Cruz, em Coimbra, onde aprofundou seus estudos teológicos e filosóficos.

Mais tarde, em 1220, inspirado pelo martírio de cinco frades franciscanos no Marrocos, ele decidiu juntar-se à Ordem Franciscana, adotando o nome de Antônio em homenagem a Santo Antônio do Deserto. E, assim, sua vida como franciscano foi marcada por uma dedicação inigualável à pregação e ao ensino.

Conhecido como o “Martelo dos Hereges”, Santo Antônio combateu vigorosamente as heresias dos cátaros e dos albigenses, usando sua oratória e conhecimento para defender a fé católica.

Além de pregador, Santo Antônio realizou inúmeros milagres que fortaleceram a fé do povo. Nas suas imagens, é frequentemente retratado com um lírio na mão, simbolizando a sua pureza, ou segurando o Menino Jesus, uma referência à visão que teve de Cristo em forma de criança. Tamanho foi o impacto de sua vida terrena que, em 1232, apenas um ano após sua morte, ele foi canonizado pelo Papa Gregório IX.

A dualidade entre “Santo Antônio de Pádua” e “Santo Antônio de Lisboa” reflete a rica história e a vida espiritual deste ilustre santo. Nascido em Lisboa, ele é conhecido tanto por seu local de nascimento quanto pela cidade onde faleceu, em 1231 em Pádua, na Itália.


Histórico da Comunidade Rural Santo Antônio de Pádua, bairro Graminha, Limeira (SP)

A família Parronchi, através do Sr. Antônio Cândido e da Sra. Carolina, doou o terreno e material básico para a construção da capela em devoção a Santo Antônio de Pádua. 

Os pedreiros responsáveis pela obra foram o Sr. Júlio Raimundo e o Sr. Antônio Bonin, com demais ajudantes. 

Para a conclusão do acabamento da obra contou-se com a colaboração dos funcionários da família Parronchi e demais famílias residentes no bairro. 

No ano de 1945, no dia 13 de junho, foi inaugurada a Capela Santo Antônio de Pádua. No mesmo dia, realiza-se a primeira missa, celebrada pelo Cônego Silvestre Rossi e seu amigo Cônego Manoel Alves. 

Durante a celebração realizou-se também o primeiro batizado, de Antonio Cândido Parronchi, filho de Egisto Parronchi e Zilá Maria Dias Parronchi. 

O Sr. João Mazoti rezava o terço toda semana com a comunidade. Os primeiros catequistas foram: Maria Amália Vialle e Marta Tereza Giusti. O casal Sr. Luiz Vialle e Sra. Olga Vialle foi o primeiro a se doar tanto na religião como a serviço geral da Capela Santo Antônio de Pádua.

Em 1957, a comunidade recebeu a chegada de Nossa Senhora de Fátima. E no tempo de sua visita, dois meses, rezou-se o terço todos os dias em seu louvor. 

Aconteceu durante um ano uma peregrinação com Nossa Senhora Aparecida que visitou todas as fazendas e sítios que pertenciam ao bairro.  

O Cônego Silvestre Rossi, da Igreja da Boa Morte, permaneceu nesta Capela celebrando missas e atos religiosos até o ano de 1960. 

Logo após, o padre Arlindo Armando De Gaspari passou a ser o celebrante e a Capela pertencer à Paróquia Santa Teresinha. 

No ano de 1971, a Capela Santo Antônio de Pádua passa a pertencer à Paróquia Santa Rita de Cássia, padre Synval Francisco. 

Em 1989, a Capela Santo Antônio de Pádua passa a pertencer à Paróquia São Paulo Apóstolo, padre Valdir Albert. No ano de 1991, após sua renúncia, assume o padre Joel Valentim da Silva. 

Durante a história da Capela Santo Antônio de Pádua, três Bispos celebraram: 

Em 1976, Dom Tarcísio Ariovaldo Amaral fixou o Cruzeiro e a Capela foi registrada na Cúria Diocesana de Limeira. 

No ano de 1981, Dom Fernando Legal realizou pela primeira vez o sacramento da Crisma. 

Em 1985, Dom Fernando Legal realizou novamente o sacramento da Crisma. 

No mesmo ano, 1985, foi realizado o primeiro matrimônio, de Pedro Fioroti e Edna Basso Fioroti.

Em 1992, Dom Ercílio Turco celebra o sacramento da Crisma dos jovens da Comunidade Santo Antônio de Pádua. 

Esta comunidade contou com o trabalho de catequese para as crianças do bairro da qual dona Olga deu o início e depois passou para Maria Amália Vialle que deu continuidade levando os mesmos até a primeira comunhão. 

As missas são celebradas aos sábados às 20h. Toda quarta-feira acontece a reza do terço.

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